24 de outubro de 2010

Físico Taiwanês refuta teoria do Big Bang!


A teoria do Big Bang, que diz que a massa do Universo inteira (totalmente condensada) começou a se expandir muito rapidamente, como uma explosão, têm sido aceita, mesmo por aqueles que não concordam 100% com ela desde que foi divulgada.

No entanto, um físico de Taiwan chamado Wun-Yi Shu refutou a teoria da “criação do Universo”, e conseguiu chegar num consenso com o Budismo e outras filosofias orientais: segundo ele, Tempo e Espaço não são entidades independentes, mas podem ser convertidas constantemente entra elas.

Na sua formulação da geometria do Tempo-Espaço, a velocidade da Luz é simplesmente o fator de conversão entre os dois. Similarmente, Massa e Distância são intercambiáveis numa relação em que o fator da conversão depende tanto da constante gravitacional G quando da velocidade da Luz, e nenhuma das duas precisa ser constante.

Enquanto o Universo expande, Massa e Tempo são convertidos para Distância e Espaço, e o contrário acontece quando ele começa a contrair. Em resumo, o Universo não está crescendo eternamente e nem teve um começo, mas sim executa um ciclo de expansão e contração.

Aparentemente, Shu, com tal teoria, conseguiu prever mudanças na observação de Supernovas Tipo-I e outros objetos brilhantes, o que poderia provar que o Universo está se contraindo e expandindo constantemente. Outros astrônomos, mesmo os incrédulos sobre tal visão, reconheceram que as previsões de Shu (pelo menos na observação dos astros) está correta.

Isso vai contra a idéia de que o Universo é composto de energia negra que o força a se expandir, numa velocidade cada vez maior. O problema é que dessa forma, a lei da conservação de energia não bate. Já com a idéia de Shu, a lei de Einstein encaixa perfeitamente.

Apesar de não ser perfeita, a teoria do “Universo Cíclico” que expande e contrai eternamente e continuamente, conservando energia, fecha totalmente com as teorias de Einstein, sem a necessidade de varrê-las para baixo do tapete. Algo que o Budismo, o Taoísmo e várious outros conhecimentos orientais ensinam há milênios acaba de ser notado por um físico.

Vi no site Jovem Nerd

20 de setembro de 2010

Júpiter estará à distância mais próxima da Terra, segundo a Nasa.


Durante toda esta semana, o planeta Júpiter estará à distância mais curta da Terra desde 1963, anunciou a Nasa. E é nesta segunda-feira (20) que ocorre a aproximação máxima entre os dois planetas - 592 milhões quilômetros de distância. Evento semelhante só poderá ser observado em 2022.


Isso significa que, à noite, Júpiter será o astro mais brilhante no céu depois da Lua. Qualquer um poderá observá-lo a olho nu facilmente. Porém, quem possui telescópio conseguirá ver os ciclones na atmosfera do vizinho e sua "Grande Mancha Vermelha" - uma tempestade em forma oval que já dura, pelo menos, 400 anos.


As aproximações entre os dois planetas ocorrem a cada 13 anos. Mas, como a Terra e Júpiter não orbitam o Sol formando um círculo perfeito, a distância entre ambos os planetas é variável - mesmo quando estão mais perto. Nesta segunda-feira, Júpiter está a 75 milhões de quilômetros mais próximo do que em encontros anteriores.

Fonte: Redação Yahoo! Brasil

10 de agosto de 2010

Conjunção Planetária



Semana tem planetas em conjunção e chuva de meteoros.











Entre essa quarta, dia 11 e sexta dia 13, os planetas: Mercúrio, Vênus, Saturno, Marte e a Lua, estarão em conjunção, ou seja, visivelmente próximos uns dos outros. Aqui em Fernando de Noronha poderemos visualizar o evento a partir de 18:35 , hora local.

A chuva de meteoros Perseidas, terá seu pico, quinta-feira, dia 12 de agosto.

O Grupo de Astronomia "Noronha nas Estrelas", atento aos eventos, se fará presente no Fortinho do Boldró e no Point do Air France.

17 de maio de 2010

Astrônomo amador descobre cometa usando telescópio via internet

Astrônomo amador usou seu computador para captar cometa se despedaçando LONDRES - Um astrônomo amador britânico capturou imagens de um cometa se despedaçando, com ajuda de um telescópio acessado remotamente no Havaí, nos Estados Unidos.

Em seu computador na região britânica de Wiltshire, na Inglaterra, Nick Howes tirou fotos que mostram o núcleo congelado de um cometa se despedaçando.

Ele controlou o telescópio remotamente através do Faulkes Telescope Project, um projeto da universidade britânica de Cardiff que permite que pessoas em qualquer parte do mundo acessem o equipamento via internet.

"Isso mostra o que é possível quando astrônomos amadores conseguem pôr às mãos em telescópios tão poderosos", disse Paul Roche, que coordena o projeto.

Escolas

O projeto foi criado pela faculdade de Física e Astronomia da universidade para ajudar crianças a estudarem ciências. O projeto oferece acesso remoto a telescópios na ilha de Mauí, no Havaí, e no observatório de Siding Spring, na Austrália.

Com ajuda do telescópio de US$ 10 milhões no Havaí, Howes capturou na quinta-feira passada seis imagens que mostram o pedaço de gelo enorme que se separou do núcleo do cometa C2007 C3.

Um segundo grupo de imagens obtidas no dia seguinte mostrou que o novo fragmento ainda está seguindo o cometa.

"Como o núcleo do cometa tem geralmente dezenas de quilômetros, o fragmento provavelmente é do tamanho de uma montanha, e vai acabar se tornando um pequeno cometa, na medida em que ele for se separando do cometa que o originou", disse Roche.

Espera-se agora que astrônomos profissionais sigam a descoberta de Howe usando instrumentos como o telescópio espacial Hubble.

"Nós esperamos envolver escolas na observação de cometas nas próximas semanas, para que possamos ver o que acontece com esse novo fragmento", disse Paul Roche.

Ele espera que a descoberta anime outros astrônomos a usarem o telescópio para pesquisa e para ajudar com novas descobertas científicas.

No ano passado, outro astrônomo amador, trabalhando com várias escolas britânicas dentro do Faulkes Telescope Project, descobriu o asteroide com a rotação mais rápida do sistema solar. Mais de 200 escolas britânicas usaram os telescópios do projeto para apoio às aulas.

Fonte: http://www.clubbrasil.net/

14 de maio de 2010

Fotos dos participantes da OBA




Os alunos da Escola Arquipélago Fernando de Noronha interessados em Astronomia também participaram da Olimpíada Brasileira de Astronomia. Esses alunos fazem parte do Grupo de Astronomia "Noronha nas Estrelas". A todos os participantes sucesso.

17 de março de 2010

NASA descobre vida debaixo do gelo na Antártida.

Os cientistas da NASA encontraram uma forma de vida semelhante a um camarão, intitulado cientificamente como Lyssianasid Amphipod, e uma espécie de medusa vivendo num local coberto por uma camada de gelo de 183 metros de altura, na Antártida, em total escuridão.

O crustáceo tem oito centímetros de comprimento. Já a ‘medusa’ 30 centímetros. Ambos, de acordo com biólogos, podem ser fonte de alimentação para predadores maiores. Tal descoberta pode alterar teorias sobre as condições em que se pode haver o desenvolvimento da vida.

Os cientistas introduziram uma câmera especial na perfuração do gelo, e na altura dos 190 metros avistaram uma pequena criatura que se aproximou da lente. Em seguida, observaram um tentáculo que parecia ser de uma medusa.

Até antes desta descoberta era sabido que alguns poucos micróbios eram capazes viver neste tipo extremo de condição, o que levanta questionamentos: O que se esconde debaixo de camadas profundas de gelo em outros planetas, por exemplo.

Vi no site Jovem Nerd

16 de fevereiro de 2010

CONVITE


Pessoal dia 25 retornaremos nossas atividades. Reunião no Auditório da Escola, até lá.
Fonte: www.on.br

20 de janeiro de 2010

Novas imagens de Marte

A câmera HiRISE (The High Resolution Imaging Science Experiment) da Nasa captou imagens coloridas e em 3D de dunas e áreas rochosas com um misto de luzes, sombras, e texturas até então nunca vistas de tal forma.

O projeto teve lançamento em 2006, e a partir daí algumas descobertas como a região Elysium Planitia que encorpa as mesmas dimensões do estado do Oregon, surgida após erupção de um vulcão, tornando por derreter todo gelo seco que cobre o planeta no inverno e assim liquefazendo-se na primavera, formando caminhos parecidos como uma teia de aranha.

Em algumas das fotos é possível ver montanhas de gelo, crateras, e uma ilusão ótica que parece ser de árvores na superfície árida do planeta vermelho. Essa mesma ilusão se deve ao derretimento de uma fina camada de dióxido de carbono congelada que cobria as dunas, e depois se evaporou deixando marcas pretas na superfície.

“A cor do gelo envolvendo manchas adjacentes ao material sugere que areia ficou presa no fundo, dando essa impressão”, alegou cientista Candy Hansen, da Nasa, para o The Sun.

Mas a pergunta central, e ainda não respondida, é se existe ou existiu vida em Marte.



Vi no site Jovem Nerd