20 de janeiro de 2010

Novas imagens de Marte

A câmera HiRISE (The High Resolution Imaging Science Experiment) da Nasa captou imagens coloridas e em 3D de dunas e áreas rochosas com um misto de luzes, sombras, e texturas até então nunca vistas de tal forma.

O projeto teve lançamento em 2006, e a partir daí algumas descobertas como a região Elysium Planitia que encorpa as mesmas dimensões do estado do Oregon, surgida após erupção de um vulcão, tornando por derreter todo gelo seco que cobre o planeta no inverno e assim liquefazendo-se na primavera, formando caminhos parecidos como uma teia de aranha.

Em algumas das fotos é possível ver montanhas de gelo, crateras, e uma ilusão ótica que parece ser de árvores na superfície árida do planeta vermelho. Essa mesma ilusão se deve ao derretimento de uma fina camada de dióxido de carbono congelada que cobria as dunas, e depois se evaporou deixando marcas pretas na superfície.

“A cor do gelo envolvendo manchas adjacentes ao material sugere que areia ficou presa no fundo, dando essa impressão”, alegou cientista Candy Hansen, da Nasa, para o The Sun.

Mas a pergunta central, e ainda não respondida, é se existe ou existiu vida em Marte.



Vi no site Jovem Nerd

2 de dezembro de 2009

Fotos da entrega dos diplomas da O.B.A (Olimpíada Brasileira de Astronomia)

No ultimo dia 27 foi realizado no auditorio da escola arquipélago Fernando de Noronha a entrega de medalhas e diplomas referentes a O.B.A (Olimpíada Brasileira de Astronomia).

Confira as fotos logo abaixo:


A Diretora Luiza Valença e as alunas que tiraram 3º lugar na OBA: Nina e Beatriz

A professora maria das Dores entrega a medalha de Beatriz
O Locutor Antônio Carlos do Grupo de Astronomia
Iago mostrando seu certificado da OBA

Antônio, Luiza e, ao fundo o out door da exposição Paisagens Cósmicas

1 de dezembro de 2009

Cientistas dizem ter quebrado a barreira da velocidade da luz

Dois cientistas alemães afirmam ter quebrado a velocidade da luz, uma conquista que poderia solapar todo nosso conhecimento sobre o tempo e o espaço. De acordo com a teoria especial da relatividade de Albert Einstein, seria necessário uma quantidade infinita de energia para impulsionar um objeto a mais de 300.000 km/s.

No entanto, os doutores Günter Nimtz e Alfons Stahlhofen, da Universidade de Koblenz, dizem ter rompido um princípio chave dessa teoria. Os dois dizem ter conduzido um experimento no qual fótons de microondas -pacotes energéticos de luz- viajaram instantaneamente entre dois prismas que estavam separados por uma distância de 1 metro.

Ser capaz de viajar mais rápido que a velocidade da luz conduziria a uma grande variedade de estranhas conseqüências. Por exemplo, um astronauta que viaje mais rápido que a velocidade da luz, em teoria chegaria em seu destino antes de ter partido.

Os dois cientistas estavam pesquisando um fenômeno conhecido como o efeito túnel.
O doutor Nimtz disse à revista New Scientist: "No momento, que eu saiba, esta é a única violação da teoria especial da relatividade".


Vi no blog Nosso Estranho Mundo

24 de novembro de 2009

A importância da astronomia

Qual a importância de estudarmos os corpos celestes ? Que diferença faz saber que jupiter tem aneis , que marte tem dois satélites e que existem bilhões de estrelas que conseguimos ver ? A principio, pode parecer que esse conhecimento é mera curiosidade, informação com pouca inportância para o nosso dia-a-dia. Na realidade, há milhares de anos as descobertas da astronomia fazem parte do nosso cotidiano e nos ajudam a ter uma ideia melhor de como é o mundo e o universo em que vivemos. Afinal, ate mesmo a maneira como contamos o tempo [dia, mes e ano ] são baseados em observações astronômicas.
A astronomia mudou a nossa visão do mundo, pois descobrimos que a terra não é plana , que ela gira ao redor do sol ,que não estamos no centro do universo e que existem outros mundos mais...
o estudo de estrelas muito distantes nos ajuda a compreender melhor como a terra se originou, como se formaram as substâncias que nela existem e que fazem parte do nosso corpo

muitos dos avanços da matemática ,na fisisica ,na química e na biologia foram conseguidos quando astronômos procuravam resolver problemas astronômicos .A astronomia vai muito além das curiosidades e das lindas fotografias.






fonte de pesquisa ; google. e coleção caminhos da ciência

9 de novembro de 2009

Adote uma Estrela

Se você procura por um presente realmente original, personalizado, surpreendente e inesquecível. Acabou de encontrá-lo!

O site
Sua Estrela pode fazer isso por você. Tipo, já não lhe aconteceu, de ficar com a sensação de que o presente, cuidadosamente escolhido, independente de preço, para aquela pessoa especial, ficou aquém do que ela merece ou não traduziu exatamente seu sentimento ou o quanto ela significa para você? Então adote uma estrela e ai você pode demonstrar àquela pessoa, o quanto ela é importante e especial para você, adotando uma estrela, real para a qual será dedicado o nome desta pessoa.

Você receberá o registro de sua estrela real, do Universo, através de um certificado de adoção, impresso em papel couche ou vergê, com 20 x 26 cm, com as informações astronômicas da estrela adotada e com sua mensagem dedicatória. Receberá também, uma carta celeste com as coordenadas telescópicas da estrela adotada e renomeada para a pessoa homenageada, além do Home Planet, um software gratuito, para download, que permitirá a visualização da estrela, no seu computador. Estas mesmas coordenadas telescópicas poderão o ser utilizadas, em qualquer planetário ou através de um telescópio, para a localização da estrela nomeada. Manteremos um registro permanente desta estrela, bem como as coordenadas telescópicas em nosso cadastro, que poderá ser consultado on-line.

Clique aqui e adote sua estrela.

26 de outubro de 2009

As Plêiades

As Plêiades, ou Atlântidas são as encantadoras filhas de Pleione e Atlas – o titã que foi condenado a carregar a terra sobre os ombros por ter se confrontado com Zeus pela supremacia do Olimpo. Por causa de um desentendimento com Zeus, Atlas recebeu o castigo de ter que carregar sobre seus ombros, para o resto da vida, o globo terrestre (como a 1ª vértebra cervical suporta o peso de nossa cabeça, ela é chamada de atlas para lembrar o sacrifício imposto ao deus grego).

Elas eram em número de sete, embora outras versões enumeravam quinze. Seus nomes eram: Maia, Electra, Taígeta ou Taígete, Astérope ou Asteropo, Mérope, Alcíone e Celeno.De acordo com a lenda, as moças foram raptadas pelo rei do Egito Busíris, Hércules libertou-as, mas a seguir foram perseguidas por Orion que estava fascinado pela beleza das Plêiades.

Para escapar da implacável perseguição de Orion, o maior caçador de todos os tempos, as moças recorreram aos deuses que as metamorfosearam em estrelas. Transformadas numa constelação composta de sete estrelas, além de fugirem de seu pretendente assustador, elas passaram a servir de consolo para seu pai, já que quando Atlas as via brilhando no céu sentia alívio e menos pesar ao cumprir sua pena.


Fonte:Blog da Astronomia

13 de outubro de 2009

Viagens intergaláticas em breve?

De acordo com a teoria de “Motor de propulsão de hipervelocidade” do físico Franklin Felber, não estamos tão longe das viagens intergaláticas que os saltos espaciais vistos em Star Trek e Star Wars permitem. E esta teoria poderia ser posta à prova no Large Hadron Collider — o LHC. O maior acelerador de partículas do mundo deveria ter entrado em funcionamento em setembro do ano passado, mas erros nos imãs e magnetizadores tornou o teste inicial inseguro. A reportagem da Technology Review é quem comenta essa possibilidade. Será que estamos longe de dizer “preparar para salto no hiperespaço”?

Vi no site Jovem Nerd

4 de setembro de 2009

40 Anos do Homem na lua: A ARESOLUÇÃO DO TELESCÓPIO

Todos os instrumentos óticos, inclusive nossos olhos, têm suas limitações e um dos principais fatores que determinam a capacidade de um telescópio é chamado de “Poder de Resolução”. É ele que determina o tamanho do menor objeto que se pode ver através de um telescópio.

Existem diversos métodos para se calcular o poder de resolução de um telescópio e um dos mais usados é o “Critério de Rayleigh”. Para usá-lo basta dividir 139.7 pelo tamanho da objetiva em milímetros. O resultado será o poder de resolução, expresso em arco-segundos.

Como exemplo, um telescópio de 150 milímetros tem um poder de resolução de 0.93 arco-segundos (139.7/150mm), o que significa que objetos menores que isso não poderão ser vistos por este telescópio. Apenas para lembrar, a Lua tem 1800 arco-segundos.

A grosso modo, o poder de resolução de um instrumento é diretamente proporcional ao tamanho da sua abertura. Em outras palavras, quanto maior o diâmetro da objetiva ou espelho, melhor será seu poder de resolução.


Fonte: http://semanadaastronomia.com

28 de agosto de 2009

40 Anos do Homem na lua: NEM O MAIOR TELESCOPIO DO MUNDO CONSEGUE CAPTAR OBJETOS DEIXADOS PELOS ASTRONAUTAS NA LUA

Algumas vezes somos questionados sobre qual seria o melhor tipo telescópio para que seja possível ver a bandeira ou o carro deixados pelos astronautas na Lua na década de 1970. Outras vezes a pergunta recai sobre o motivo pelo qual, mesmo existindo tantos telescópios na Terra, essas mesmas fotos não são publicadas. Apesar de parecerem ingênuas à primeira vista, as perguntas são bastante interessantes e mostram como um pouquinho de conhecimento pode explicar muita coisa.

Antes de entrar em detalhes, é necessário informar que as fotos dos objetos deixados na Lua não são publicadas simplesmente porque elas não existem. E o motivo é bem simples: não existe nenhum telescópio capaz de enxergar objetos tão pequenos a uma distância tão grande. Nem o telescópio Hubble é capaz desse feito! Para explicar o motivo que faz essa observação ser praticamente impossível é necessário conhecer dois conceitos importantes: o tamanho angular da Lua e dos objetos no céu e o poder de resolução de um telescópio. Vamos começar pelo primeiro.

MEDIDA ANGULAR

Em astronomia a abóbada celeste é divida em um arco de 360 partes ou graus. Cada uma dos 360 graus desse arco é divido em outras 60 partes ou minutos. Assim, o arco da abóbada tem ao todo 21600 minutos. Cada minuto desse arco também é dividido em 60 partes ou segundos, tornando a abóbada um arco composto de 1296000 segundos.


Cada um dos minutos desse arco é chamado de arco-minuto ou minuto de arco enquanto cada segundo é chamado de arco-segundo ou segundo de arco. Qualquer uma dessas denominações estão corretas e podem ser empregadas sem confusões.


TAMANHO DA LUA

É na abóbada imaginária que estão dispostos todos objetos celestes, os planetas, as estrelas, o Sol e a Lua. Se olharmos a Lua veremos que ela ocupa aproximadamente meio grau (30 minutos) no arco dessa abóbada, ou seja, 1800 arco-segundos.

Como sabemos, a Lua tem um diâmetro de 3474 km e é praticamente esse disco que enxergamos aqui da Terra. Se este disco de 3474 km ocupa 1800 segundos, então cada arco-segundo dele equivale a 1.93 quilômetro.

Uma vez compreendido o conceito acima tudo pode ficar mais facil de entender, e se não entendeu, leia novamente com atenção ok! Pois semana que vem vamos ao segundo ponto da questão.

26 de agosto de 2009

Júpiter


Júpiter é o 5.º planeta a partir do Sol e o maior de todo o nosso Sistema Solar, com uma massa 2,5 vezes maior que o conjunto da massa dos outros planetas, satélites e asteróides. É o 1.º planeta do conjunto dos planetas exteriores e do grupo dos planetas jupiterianos ou gasosos e dos planetas gigantes.

É um mundo gigante composto por cerca de 90% de hidrogénio e 10% de hélio, com vestígios de metano, água, amónia e "rochas" e pertence ao grupo dos planetas gasosos, como tal não tem superfícies (visíveis) sólidas. O que acontece é que o seu material gasoso se torna mais denso à medida que aumenta a profundidade.

Apesar de ser um planeta gigantesco, Júpiter possui o período de rotação mais curto de todos os planetas; cerca de 9 horas e 50 minutos, o que provoca uma tal aceleração que leva ao alargamento das regiões equatoriais, daí o diâmetro deste planeta ser tão discrepante na zona dos pólos relativamente à zona equatorial. Relativamente ao seu período de translação, este planeta necessita de aproximadamente 12 anos.

Em consequência do rápido movimento de rotação, Júpiter é um planeta que sofre constantes alterações, o que o torna um objecto de estudo fascinante.
Possui à sua volta dezenas de luas algumas das quais de tamanho considerável como é o caso de Ganimedes que é a maior lua do sistema solar.