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11 de agosto de 2012

Nós Estamos Aqui: O Pálido Ponto Azul

A reflexão do cientista e astrônomo Carl Sagan, sobre a fotografia feita em 14 de fevereiro de 1990 pelo Voyager 1, narrada pelo incrível dublador Guilherme Briggs, no programa NERDCAST 323 -- MARTE, CURIOSITY E A FRONTEIRA FINAL, no dia 10 de agosto de 2012.

(Clique na imagem p/ ver)




A espaçonave estava bem longe de casa. Eu pensei que seria uma boa idéia, logo depois de Saturno, fazer ela dar uma ultima olhada em direção de casa.

De saturno, a Terra apareceria muito pequena para a Voyager apanhar qualquer detalhe, nosso planeta seria apenas um ponto de luz, um "pixel" solitário, dificilmente distinguível de muitos outros pontos de luz que a Voyager avistaria: Planetas vizinhos, sóis distantes. Mas justamente por causa dessa imprecisão de nosso mundo assim revelado valeria a pena ter tal fotografia.

Já havia sido bem entendido por cientistas e filósofos da antiguidade clássica, que a Terra era um mero ponto de luz em um vasto cosmos circundante, mas ninguém jamais a tinha visto assim. Aqui estava nossa primeira chance, e talvez a nossa última nas próximas décadas.

Então, aqui está - um mosaico quadriculado estendido em cima dos planetas, e um fundo pontilhado de estrelas distantes. Por causa do reflexo da luz do sol na espaçonave, a Terra parece estar apoiada em um raio de sol. Como se houvesse alguma importância especial para esse pequeno mundo, mas é apenas um acidente de geometria e ótica. Não há nenhum sinal de humanos nessa foto. Nem nossas modificações da superfície da Terra, nem nossas maquinas, nem nós mesmos. Desse ponto de vista, nossa obsessão com nacionalismo não aparece em evidencia. Nós somos muito pequenos. Na escala dos mundos, humanos são irrelevantes, uma fina película de vida num obscuro e solitário torrão de rocha e metal.

Considere novamente esse ponto. É aqui. É nosso lar. Somos nós. Nele, todos que você ama, todos que você conhece, todos de quem você já ouviu falar, todo ser humano que já existiu, viveram suas vidas. A totalidade de nossas alegrias e sofrimentos, milhares de religiões, ideologias e doutrinas econômicas, cada caçador e saqueador, cada herói e covarde, cada criador e destruidor da civilização, cada rei e plebeu, cada casal apaixonado, cada mãe e pai, cada crianças esperançosas, inventores e exploradores, cada educador, cada político corrupto, cada "superstar", cada "lidere supremo", cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu ali, em um grão de poeira suspenso em um raio de sol.

A Terra é um palco muito pequeno em uma imensa arena cósmica. Pense nas infindáveis crueldades infringidas pelos habitantes de um canto desse pixel, nos quase imperceptíveis habitantes de um outro canto, o quão frequentemente seus mal-entendidos, o quanto sua ânsia por se matarem, e o quão fervorosamente eles se odeiam. Pense nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, em sua gloria e triunfo, eles pudessem se tornar os mestres momentâneos de uma fração de um ponto. Nossas atitudes, nossa imaginaria auto-importancia, a ilusão de que temos uma posição privilegiada no Universo, é desafiada por esse pálido ponto de luz.

Nosso planeta é um espécime solitário na grande e envolvente escuridão cósmica. Na nossa obscuridade, em toda essa vastidão, não ha nenhum indicio que ajuda possa vir de outro lugar para nos salvar de nos mesmos. A Terra é o único mundo conhecido até agora que sustenta vida. Não ha lugar nenhum, pelo menos no futuro próximo, no qual nossa espécie possa migrar. Visitar, talvez, se estabelecer, ainda não. Goste ou não, por enquanto, a terra é onde estamos estabelecidos.

Foi dito que a astronomia é uma experiência que traz humildade e constrói o caráter. Talvez, não haja melhor demonstração das tolices e vaidades humanas que essa imagem distante do nosso pequeno mundo. Ela enfatiza nossa responsabilidade de tratarmos melhor uns aos outros, e de preservar e estimar o pálido ponto azul... O único lar que nós conhecemos.

Carl Sagan - (de “Um pálido ponto azul”, 1994).

23 de fevereiro de 2012

Cientistas descobrem novo planeta composto por água em sua maior parte..

Um grupo de astrônomos descobriu a existência de um novo tipo de planeta, composto em sua maior parte de água e com uma leve atmosfera de vapor, indicaram nesta terça-feira o Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian (Cambridge, nordeste dos Estados Unidos) e a Nasa.

Trata-se de um planeta fora de nosso sistema solar denominado "GJ1214b", descoberto em 2009 graças ao telescópio espacial Hubble da Nasa, e que, segundo recentes estudos de um grupo de astrônomos, tem "uma enorme fração de sua massa" composta de água, indica um comunicado conjunto.

Em nosso sistema solar existem três tipos de planetas: rochosos e terrestres (Mercúrio, Vênus, a Terra e Marte), gigantes gasosos (Júpiter e Saturno) e gigantes de gelo (Urano e Netuno).

Por outro lado, existem planetas variados que orbitam em torno de estrelas distantes, entre os quais há mundos de lava e "Júpiteres" quentes.

"Observações do telescópio espacial Hubble da Nasa acrescentaram este novo tipo de planeta", ressaltaram o Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian e a Nasa em seu comunicado, onde explicam os estudos realizados pelo astrônomo Zachory Berta e por um grupo de colegas.

O "GJ1214b", situado a 40 anos luz da Terra, é considerado uma "super-Terra", com 2,7 vezes o comprimento de nosso planeta e sete vezes seu peso.

Ele orbita a cada 38 horas ao redor de uma estrela vermelha anã e possui temperatura estimada de 450 graus Fahrenheit (232 graus celsius).

Em 2010, um grupo de cientistas liderado por Jacob Bean havia indicado que a atmosfera de "GJ1214b" deveria ser composta em sua maior parte por água, depois de medir sua temperatura.

No entanto, suas observações também podem ter sido feitas em razão da presença de uma nuvem que envolve totalmente o planeta.

As medições e observações efetuadas por Berta e por seus colegas quando o "GJ1214b" passava diante de seu sol permitiram comprovar que a luz da estrela era filtrada através da atmosfera do planeta, exibindo um conjunto de gases.

O equipamento do Hubble permitiu distinguir uma atmosfera de vapor e os astrônomos conseguiram calcular depois a densidade do planeta a partir de sua massa e tamanho, comprovando que tem "muito mais água do que a Terra e muito menos rocha".

Fonte: Yahoo Notícias

24 de janeiro de 2012

Cientista russo afirma possibilidade de Vênus ter vida e Terra fica sob tempestade solar



É hora da ciência, nerds! De acordo com o Centro de Previsão Meteorológica Espacial dos Estados Unidos, o Sol lançou uma tempestade geomagnética, que está afetando a Terra hoje, dia 24 de janeiro. Isso faz com que o campo magnético do planeta fique em flutuação.

O Centro informou possibilidade de interferência em comunicações por rádio de alta frequência (e em consequência, algumas rotas aéreas pelo mundo podem ser modificadas temporariamente), as redes de energia e algumas operações por satélite. A internet pode ficar instável em diversas regiões do mundo.

Ainda no mesmo assunto, um cientista russo afirma que é possível sim existir vida em Vênus.

Desde sempre, os astrônomos acreditam que nosso “planeta-irmão” é coberto por nuvens ácidas sem vida alguma, com as temperaturas chegando a mais de 460 °C devido a um intenso efeito estufa, por causa da atmosfera de dióxido de carbono pressurizado. Acredita-se também que já existiram oceanos em Vênus, mas que o planeta não vê água líquida em quase 2 bilhões de anos.

Mesmo assim, o cientista Leonid Ksanfomaliti, do Instituto de Pesquisa Espacial da Academia de Ciências da Rússia não descarta a possibilidade de vida em Vênus.

Ksanfomaliti analisou fotos tiradas pela sonda espacial Venus-13 em 1982, que aparentemente revelam formas possivelmente orgânicas, como um “disco”, uma “aba” ou “asa preta”, e um “escorpião”.

“E se nós esquecêssemos nossas teorias atuais sobre a não-existência de vida em Vênus? Vamos sugerir que a aparência morfológica dos objetos nos permitiriam dizer que eles estão vivos.”

Sua afirmação é bem corajosa, e ainda podem garantir a ele o status de maluco. Mas será que tem algum fundamento na sua declaração?

Vi no site Jovem Nerd

5 de dezembro de 2011

Telescópio da Nasa encontra 1º planeta habitável

A agência espacial dos Estados Unidos (Nasa) informou nesta segunda-feira que seu telescópio espacial Kepler confirmou a existência do primeiro planeta habitável numa região fora do sistema solar. No início deste ano, cientistas franceses confirmaram a existência do primeiro planeta fora do sistema solar a atender às exigências para a manutenção da vida, conhecido como Gliese 581d, mas o Kepler 22b, visto pela primeira vez em 2009, foi o primeiro cujas características puderam ser confirmadas pela agência espacial norte-americana.

A confirmação significa que os astrônomos viram o planeta cruzar a frente de sua estrela três vezes.

"A fortuna sorriu para nós com a detecção do primeiro planeta", disse William Borucki, principal pesquisador do Kepler no Centro de Pesquisas Ames, da Nasa.

"O primeiro trânsito foi capturado apenas três dias depois de termos declarado o telescópio pronto operacionalmente. Nós testemunhamos a definição do terceiro trânsito durante o período de férias de 2010."

O Kepler-22b está há 600 anos-luz de distância e é maior do que a Terra. O planeta tem uma órbita de 290 dias ao redor de sua estrela.

A Nasa também anunciou que o Kepler descobriu mais de 1.000 planetas com potencial de abrigar vida, duas vezes o número previamente localizado, segundo uma pesquisa que está sendo apresentada numa conferência realizada na Califórnia nesta semana.

O Kepler é a primeira sonda espacial da Nasa que procurar planetas semelhantes à Terra que orbitem sóis similares aos nossos.

Fonte: Yahoo Notícias

12 de agosto de 2011

Cientistas descobrem planeta negro que não reflete luz!


O Universo (ou Multiverso, dependendo do que você acredita) é repleto de mistérios e coisas bizarras. A última descoberta é difícil de ver, e ainda mais difícil de acreditar.

A aproximadamente 750 anos-luz da Terra, está um planeta do tamanho de Júpiter, TrES-2b. Normalmente, os gigantes gasosos (como Júpiter) são muito brilhantes. Mas TrES é completamente negro, refletindo apenas 1% da luz que o alcança — o que o torna, basicamente, uma gigante esfera negra, mais escuro do que qualquer substância encontrada na Terra.

“O conceito-chave aqui é albedo, também conehcido como o coeficiente de reflexão, que descreve a percentagem da luz que, ao cair numa certa superfície, é refletida de volta. A Terra, por exemplo, possui um albedo de entre 30 e 35%, dependendo da cobertura das nuvens. É o motivo para os astronautas da Apollo conseguirem ver a Terra da Lua — se nosso albedo fosse 0%, nosso planeta seria essencialmente invisível. E se nosso albedo estivesse próximo a 100% — graças à termodinâmica, nenhum albedo pode ser um perfeito 100% — nós seríamos o Sol.”

“A maioria dos planetas de nosso sistema solar possui um albedo entre 25 e 50%. Júpiter, por exemplo, reflete mais ou menos um terço da luz solar que chega até ele, graças à presença massiva de nuvens de amônia. Essas nuvens são o maior motivo por trás do alto albedo do gigante gasoso.”

“Este não é o caso do TrES-2b, que está localizado a apenas três milhões de milhas (mais de 480 milhões de quilômetros) de sua estrela. Isso aquece o planeta a quase 2 mil graus Fahrenheit (1093 graus Celsius), que acaba com suas nuvens. Em vez disso, a atmosfera do planeta é composta praticamente apenas de químicos que absorvem luz, incluindo uma mistura de sódio, potássio e óxido de titânio vaporizados. Ainda assim, os astrônomos não sabem explicar completamente a escuridão do planeta.”

“O astrônomo David Spiegel, de Princeton, descreve o planeta:”

““Não está clara a causa de tornar este planeta tão extraordinariamente escuro. No entanto, não é um breu completo. É tão quente que emite um fraco brilho vermelho.””

“A espaçonave da NASA Kepler conseguiu detectar pequenas variações na quantidade de luz refletindo do TrES-2b. O planeta está travado em torno de sua estrela, o que significa que ele age nela da mesma forma que a Lua movimenta em volta da Terra. Isso também representa que o planeta possui fases distintas, que criam aquelas minúsculas diferenças na quantidade de luz refletida da superfície — apenas seis partes por milhão, que foi de longe a mudança de luz mais sutil que a Kepler conseguiu detectar.”

Vi no site Jovem Nerd

18 de maio de 2011

Conheça Gliese 581d



(clique para ampliar)

Cientistas do Centro Nacional de Pesquisas Científicas, na França, acreditam ter encontrado, finalmente, um planeta que pode sustentar vida humana além da Terra. A 20 anos luz de distância, existe uma pequena estrela vermelha. Seis planetas a orbitam, que variam de tamanhos menores do que a Terra até iguais a Netuno. Ao que tudo indica, vários destes planetas caem na zona “Goldilocks”, nem tão quentes de proximidade da estrela, nem tão frios por estarem distantes. Se fossem quentes demais, toda a água seria vapor. E se fosse frio demais, toda a água seria gelo. E a vida humana? Nada feito.

Aparentemente, o quarto planeta, nomeado Gliese 581d, é perfeito para sustentar vida humana. O planeta possui massa igual a 7 vezes a da Terra, e por isso, sua atmosfera seria densa e cheia de dióxido de carbono. Com isso, a proteção do planeta seria o suficiente para evitar colapsos, e quente o suficiente para ter oceanos, nuvens e chuvas. No entanto, eles não possuem confirmação sobre todos esses dados. Outro problema é a distância. Mesmo que já tivéssemos a tecnologia da velocidade da luz, chegaríamos lá apenas em 20 anos.

[ATUALIZAÇÃO]: Mais um empecilho seria a gravidade, duas vezes a que vivemos aqui na Terra.


Vi no Site Jovem Nerd

23 de fevereiro de 2011

Planetas ricos em carbono podem ser feitos de diamante


Uma equipe de astrônomos da Grã-Bretanha descobriu o primeiro planeta com altíssimas concentrações de carbono, o que possibilitaria a existência de planetas inteiros feitos de diamantes. Os cientistas detectaram a radiação de calor de um planeta a 1.200 anos-luz da Terra, batizado de Wasp 12b, com o telescópio Spitzer da Nasa e calcularam a atmosfera do planeta.

Marek Kukula, cientista do Observatório Real de Greenwich, em Londres, afirma que existem planetas menores no universo que tem a mesma composição, rica em carbono.
E pode ser que suas rochas, ao invés de serem de sílica, são feitas à base de carbono, como o grafite usado em lápis ou até diamantes.A descoberta sugere que podem existir planetas do tamanho da Terra em nossa galáxia que seriam muito ricos em carbono, porém diferentes da Terra. Segundo as teorias, estes planetas seriam cobertos por rochas de diamantes, que poderiam formar as montanhas e o terreno em geral. Além disso, ao invés de mares, haveria lagoas de piche.

O especialista em diamantes da joalheria De Beers Robert Cheng, alerta que talvez as pedras de outro planeta não sejam o que todo mundo imagina. Ele lembra que diamantes aqui na Terra já tem formas e texturas diferentes, por isso, não se pode saber como um diamante de outro planeta iria ser. O novo planeta Wasp 12b é o primeiro a ter mais carbono que oxigênio. Ele é um gigante de gás, como Júpiter, composto em sua maior parte de hidrogênio. O centro do planeta pode ser composto de alguma forma de diamante, grafite e outros compostos de carbono. E agora, os cientistas vão tentar descobrir se planetas como este são comuns.

20 de janeiro de 2010

Novas imagens de Marte

A câmera HiRISE (The High Resolution Imaging Science Experiment) da Nasa captou imagens coloridas e em 3D de dunas e áreas rochosas com um misto de luzes, sombras, e texturas até então nunca vistas de tal forma.

O projeto teve lançamento em 2006, e a partir daí algumas descobertas como a região Elysium Planitia que encorpa as mesmas dimensões do estado do Oregon, surgida após erupção de um vulcão, tornando por derreter todo gelo seco que cobre o planeta no inverno e assim liquefazendo-se na primavera, formando caminhos parecidos como uma teia de aranha.

Em algumas das fotos é possível ver montanhas de gelo, crateras, e uma ilusão ótica que parece ser de árvores na superfície árida do planeta vermelho. Essa mesma ilusão se deve ao derretimento de uma fina camada de dióxido de carbono congelada que cobria as dunas, e depois se evaporou deixando marcas pretas na superfície.

“A cor do gelo envolvendo manchas adjacentes ao material sugere que areia ficou presa no fundo, dando essa impressão”, alegou cientista Candy Hansen, da Nasa, para o The Sun.

Mas a pergunta central, e ainda não respondida, é se existe ou existiu vida em Marte.



Vi no site Jovem Nerd

26 de agosto de 2009

Júpiter


Júpiter é o 5.º planeta a partir do Sol e o maior de todo o nosso Sistema Solar, com uma massa 2,5 vezes maior que o conjunto da massa dos outros planetas, satélites e asteróides. É o 1.º planeta do conjunto dos planetas exteriores e do grupo dos planetas jupiterianos ou gasosos e dos planetas gigantes.

É um mundo gigante composto por cerca de 90% de hidrogénio e 10% de hélio, com vestígios de metano, água, amónia e "rochas" e pertence ao grupo dos planetas gasosos, como tal não tem superfícies (visíveis) sólidas. O que acontece é que o seu material gasoso se torna mais denso à medida que aumenta a profundidade.

Apesar de ser um planeta gigantesco, Júpiter possui o período de rotação mais curto de todos os planetas; cerca de 9 horas e 50 minutos, o que provoca uma tal aceleração que leva ao alargamento das regiões equatoriais, daí o diâmetro deste planeta ser tão discrepante na zona dos pólos relativamente à zona equatorial. Relativamente ao seu período de translação, este planeta necessita de aproximadamente 12 anos.

Em consequência do rápido movimento de rotação, Júpiter é um planeta que sofre constantes alterações, o que o torna um objecto de estudo fascinante.
Possui à sua volta dezenas de luas algumas das quais de tamanho considerável como é o caso de Ganimedes que é a maior lua do sistema solar.